Coluna de 20.04 - Minestrone

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Receita tradicionalíssima italiana, com gosto de “lar”

Estou na Itália, em um evento de viniviticultores e produtores de vinhos, enólogos e sommeliers e cada vez que venho à “bota”, sinto-me em casa. Foi aqui, no Piemonte, que estudei, que construi toda minha formação de chef de cozinha. Também tenho uma relação de muita nostalgia, porque meu pai nasceu aqui e tenho família aqui. Essa sensação de “reencontro” é muito presente, enquanto escrevo a coluna deste domingo.

Estou em um hotel muito confortável. Depois de muitas horas de vôo, cheguei acabado e só pensava em descansar. Depois do banho, bateu a fome e desci para o restaurante, em busca de “algo acolhedor”. Ao buscar algo que me apetecesse, estacionei os olhos na parte de caldos e sopas e lembrei-me da minestrone que meu pai fazia. A receita continua em família, porque ele aprendera com minha avó, Ângela. Minestrone é comida de gente humilde e originalmente nasceu para atender às necessidades nutricionais de quem trabalhava na terra diariamente. Deve ser feita no dia e é considerada prato principal. Minestrone é parte do que é conhecida na Itália, como cucina povera (literalmente “cozinha pobre”).
Percebo que, devido à sua origem única e ausência de uma receita original, a minestrone nunca é a mesma coisa, principalmente na Itália: ela varia, dependendo de quão tradicional é a cozinha que a executa, da época do ano e da sazonalidade dos ingredientes. Não se engane: minestrones são grossos, espessos, com legumes cortados toscamente e com carne.

Etmologia:
Há três palavras italianas, que correspondem à palavra portuguesa “sopa”: zuppa, que é geralmente uma sopa de tomate ou sopa de peixe; minestra, que é uma sopa mais substancial de legumes e minestrone, que significa essa sopa grossa, espessa, maior e para saciar as necessidades do corpo (e por que não dizer, da alma também?)

Em tempo: a minestrone chegou fumegante à mesa, perfumada e era exatamente o que eu tanto queria. Também vieram fatias de pão italiano como acompanhamento. E vinho. Foi o começo perfeito, para quem ainda tem alguns dias de jornada pela frente.

O que é minestrone?

A minestrone é um sopa italiana muito espessa, composta por uma grande variedade de legumes cortados (os mais usados são: feijões, cebolas, cenouras, aipo e que leva obrigatoriamente arroz ou massa cortada e também pedaços de carne.
Há tantas maneiras de preparar minestrone, quanto há mammas italianas. Mas a base é sempre a mesma: caldo de carne e legumes. Confira uma receita bem tradicional, mas “não se avexe”. Você pode colocar os ingredientes que quiser. Só não vale usar azeite de dendê!

A receita é imperdível e o gosto é divino. Espero que vocês gostem! Bom apetite!

Ingredientes

1/2 xícara (chá) de feijão-branco
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de manteiga
1 cebola média picada
1 cenoura cortada em cubos
1 talo de salsão cortado em rodelinhas
1 batata cortada em cubos
1/2 xícara (chá) de vagem cortada em rodelinhas
1 abobrinha com casca cortada em cubos
1/2 xícara (chá) de repolho ralado
1 l de caldo de carne (se for usar cubos, dissolva apenas 2)
1/2 lata de tomate italiano sem pele
sal e pimenta-do-reino a gosto
1/2 xícara (chá) de parmesão ralado
Modo de Preparo1. Numa tigelinha, coloque o feijão branco e cubra com o triplo de água. Deixe de molho por 12 horas.

2. Lave a cenoura, o salsão, a vagem e a abobrinha sob água corrente.

3. Numa tábua, pique os legumes e o tomate italiano. Reserve o suco da lata do tomate.

4. Numa panela grande, aqueça o azeite e a manteiga no fogo baixo. Quando esquentar, coloque a cebola picada e mexa até ficar dourada.

5. O segredo para preparar o Minestrone é não colocar todos os ingredientes na panela ao mesmo tempo, pois cada legume tem o seu tempo de cozimento. Por isso, entre as adições dos legumes, deixe cada um cozinhar por 3 minutos, mexendo de vez em quando. Aumente o fogo para médio e acrescente os legumes na seguinte ordem: a cenoura picada, a batata em cubos, a vagem picada, a abobrinha em cubos e o repolho ralado.

6. Junte o caldo de carne, o tomate italiano picado e o suco da lata. Se estiver usando caldo em cubo, experimente antes de temperar com sal. Aumente o fogo e deixe ferver. Abaixe o fogo, tampe a panela e deixe cozinhar por 1 hora e 30 minutos.

7. Escorra a água do feijão branco e lave-o sob água corrente. Transfira para uma panela e cubra com água. Leve ao fogo alto e, quando ferver, abaixe o fogo. Tampe a panela e deixe cozinhar por 1 hora ou até que o feijão esteja cozido, porém os grãos não devem estar moles. Escorra a água e reserve o feijão.

8. Na panela com a sopa, acrescente o feijão e deixe cozinhar por mais 30 minutos. O Minestrone é uma sopa grossa, porém, se você desejar uma sopa mais fina, acrescente mais caldo de carne.

9. No momento de servir, polvilhe a sopa quente com o queijo ralado.

De volta ao Brasil

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A viagem foi corrida, cansativa, mas m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a!!!
Estou descarregando as fotos e logo atualizarei nosso blog!

Viagem à Itália

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Estou em casa.
Cheguei à Itália ontem, para uma micro, mínima temporada de vinhos.
Ficarei em duas lindas regiões: Toscana e Piemonte.

Brasil Sabor

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Em cada lugar, um gosto do Brasil - O maior festival gastronômico do planeta mostra a riqueza e variedade brasileira
Não sei se já tive a oportunidade de falar aqui sobre a Abrasel – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, da qual sou presidente (seccional Pará) e do maior festival gastronômico do planeta – o Brasil Sabor.
A ABRASEL/PA – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Seccional Pará, realiza o trabalho de representar e desenvolver o setor de alimentação fora do lar e tem como uma de suas metas a realização de promoções que envolvam a participação dos restaurantes associados no estado do Pará, de forma a fortalecer o turismo local e incrementar os negócios nesse segmento econômico, com aumento de receita e geração de empregos.

Esta é a terceira edição do festival, que é realizado pela Abrasel, com apoio do Sebrae e do Ministério do Turismo. O Brasil Sabor começou na última quarta-feira, dia 09 e estende-se até o dia 11 de maio. Quando digo que este é o maior festival gastronômico do planeta, reafirmo com números – para esta edição, participarão aproximadamente dois mil estabelecimentos, em 200 destinos turísticos. A primeira edição do Brasil Sabor ganhou o mundo e espaço dentro da Organização das Nações Unidas. O Portal Brasil Sabor também recebeu o reconhecimento pelo Prêmio Caio como o melhor site de eventos em 2006. Em sua 2ª edição, em 2007, mobilizou simultaneamente, cerca de 1.528 restaurantes, em 1.117 cidades EM TODO O BRASIL.
No Pará, teremos a participação de vários restaurantes, com a missão de elaborar um prato que tenha as cores e sabores do nosso Estado, com ingredientes típicos daqui. E você, leitor, pode participar desse festival. Os restaurantes participantes estão devidamente identificados, para que você possa provar as delícias elaboradas pelos chefs desses estabelecimentos. O mais importante é que você, através do site da Abrasel, poderá votar no prato que você gostou mais.

RELAÇÃO PARTICIPANTES BRASIL SABOR -2008
1.LA TRAVIATA
2.PIZZARIA VITÓRIA - Icoaracy
3.DOM GIUSEPPE
4.KAMICAZE SUSHI
5.ESTAÇÃO GOURMET - Nazaré
6.BOÊMIO
7.BOTECO DAS ONZE
8.MARUJO’S GRILL – Estação das docas
9.CHURRASCARIA TUCURUVÍ - BR
10.D & D SABORES
11.AVENIDA
12.AMAZON BEER
13.MANJAR DAS GARÇAS
14.MARULHO
15. SPAZZIO VERDE ESTAÇÃO
16. RESTÔ DAS DOCAS ( La Pommer d’or)
17.FAMIGLIA TRATTORIA – Benjamim constant
18. DOM VISCONDI
19. BETO GRIIL
20. ROXY BAR
21. CAPONE – Estação das Docas
22. LA MADRE
23. PIZZA HUT
24. TABERNA SÃO JORGE

Serviço:
Festival Gastronômico Brasil Sabor
De 09 de abril a 11 de maio
Nos restaurantes citados
Mais informações: Secretaria Executiva da Abrasel Pará – 3241 1146
Para votar no seu prato favorito, acesse: WWW.abrasel.com.br

Mel - coluna de 30.03

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Coluna de 30.03.2008
Título: Mel
Subtítulo: presente da natureza para nós

Você gosta de mel? Eu adoro. Há um ano, acho, recebi uma encomenda muito feliz: preparar bolos, pães e salgados (sim, salgados) a base de mel, para um chá que aconteceria no restaurante, com o objetivo de promover uma fábrica de produtos com mel. Foi um sucesso absoluto! Conseguimos (eu e minha cozinha) elaborar pratos maravilhosos (foram bolos, biscoitos, suco com gengibre, quiches salgadas com frango, mel e pimenta rosa, entre muitas outras delícias) e recebemos muitos elogios ao final do evento.
Por isso decidi falar sobre o mel hoje.
Você, caro leitor, é meu convidado a desvendar os segredos e peculiaridades deste néctar dos deuses. Bom apetite!
p.s.: agradeço os emails que recebi, sobre a coluna de Páscoa.

Um pouco de História
O mel é utilizado pela humanidade desde a pré-história. Por vários séculos, foi retirado dos enxames de forma extrativista e até mesmo predatória, muitas das vezes causando danos ao meio ambiente e matando as abelhas. Tratava-se, pois, de uma verdadeira aventura, pois muitas das vezes as abelhas nidificavam em locais de difícil acesso e de grande risco para os coletores.
Entretanto, com o tempo, o homem aprendeu as técnicas de manejo dos enxames de forma que houvesse maior produção de mel sem causar prejuízos ambientais, dando origem assim à apicultura.
Várias civilizações consideravam o mel como um alimento de excelência, existindo inúmeras referências em pinturas rupestres e em manuscritos do antigo Egito, Mesopotâmia, Grécia, Israel e Roma.

Indo mais longe (fonte: wikipedia)
De acordo com a obra de Eva Crane, “Honey, a Comprehensive Survey”, há informações de que os sumérios, que se estabeleceram na Mesopotâmia por volta de 5000 a.C., já usavam o mel como fonte de alimento. Dos textos sumérios que sobreviveram até os nossos dias, são conhecidas duas passagens que falam a respeito do mel.
Existem registros de que, em torno de 2400 a.C., os egípcios começaram a colocar as abelhas em potes de barro. A retirada do mel ainda era muito similar à caçada primitiva, entretanto, os enxames podiam ser transportados e colocados próximo à residência do produtor. Os enxames passaram a ser transportados e colocados próximo à residência do produtor.
Os babilônios já usavam o mel também na Medicina.
Homero, o poeta, na sua consagrada Odisséia, fala sobre uma mistura de mel e leite, chamada “melikraton”, que era considerada uma excelente bebida; menciona também que as filhas órfãs de Píndaro eram alimentadas pela deusa Vênus (Afrodite) com queijo, mel e vinho – os mesmos alimentos usados por Circe, a feiticeira, que fascinou os companheiros de Ulisses.
Todavia, escavações feitas em Feston, na ilha de Creta, por companhias arqueológicas italianas, trouxeram à luz colmeias de barro que pertenceram à época minóica, 3400 a.C., numa época bem anterior a Hesíodo e Homero. Outros achados destas escavações revelam o alto estágio da apicultura desta época. Entre eles estão duas jóias de ouro; uma delas mostra duas abelhas, datada de 2500 a.C., e foi encontrada nas escavações da antiga cidade de Cnossos.
Séculos mais tarde, os gregos começaram a colocar os seus enxames em recipientes com forma de sino feitos de uma palha trançada chamada de colmo, vocábulo este que deu origem à palavra colméia. Porém, teria sido Aristóteles quem provavelmente teria realizado os primeiros estudos com métodos científicos a respeito de abelhas utilizando para tanto uma colmeia cilíndrica feita com ramos de árvores entrelaçados com uma mistura de barro e estrume de vaca. Esta colmeia na atualidade é chamada de “anastomo”ou “cofini” e, em certas regiões da Macedônia, ainda é usada em produções artesanais.
Contudo, muitas civilizações da Antigüidade consideravam as abelhas como seres sagrados e que por isso faziam parte de cultos religiosos, surgindo assim várias lendas a respeito desses insetos. O mel era muito usado pelos antigos egípcios, especialmente pelos sacerdotes, tanto nos rituais e cerimônias como para alimentar animais sagrados.
Por sua vez, o mel também foi considerado um símbolo de riqueza e de poder. Nas pirâmides dos faraós, por exemplo, foram encontrados, entre vários tesouros, mel no estado cristalizado. Inclusive, algumas experiências feitas com esses achados demonstraram que, mesmo depois de três milênios, o mel das tumbas dos antigos reais egípcios ainda poderia ser utilizado para consumo, constatando-se, assim, o seu longo estado de conservação, embora tivesse perdido algumas de suas propriedades.
Na Bíblia, o mel também é ocasionalmente mencionado em diversas passagens do Antigo Testamento, sendo citado em alguns Salmos:
Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais do que o mel à minha boca. (Salmo 119:103)
O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos. São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos. (Salmo 19:9-10)
No livro de Provérbios, o mel é mencionado pelo autor como um medicamento natural, o que demonstra que os hebreuss, assim como os babilônicos, também já utilizavam esta substância não só com fins alimentares mas também terapêuticos:
Palavras agradáveis são como favos de mel: doces para a alma e medicina para o corpo. (Provérbios 16:24)
Em sua poesia de Cântico dos Cânticos, Salomão, o mesmo autor da maioria dos Provérbios, faz outra menção ao mel, incluindo-o como um dos mais excelentes produtos da época:
Já entrei no meu jardim, minha irmã, noiva minha; colhi a minha mirra com a especiaria, comi o meu favo com o mel, bebi o meu vinho com o leite. Comei e bebei, amigos; bebei fartamente, ó amados. (Cantares 5:1)
No Evangelho segundo Lucas, no Novo Testamento, diz que Jesus, depois de ter ressuscitado, comeu um favo de mel quando apareceu aos discípulos:
E, por não acreditarem eles ainda, por causa da alegria, e estando admirados, Jesus lhe disse: Tendes aqui alguma coisa que comer? Então, lhe apresentaram um pedaço de peixe assado [e um favo de mel]. E ele comeu na presença deles. (Lucas 24:41-43)

CURIOSIDADE
VOCÊ SABIA?
O padre José de Anchieta teria sido o primeiro a relatar da abundância do mel e das espécies de abelhas existentes no Brasil, e assim diz:

Encontram-se quase vinte espécies diversas de abelhas, das quais umas fabricam o mel nos troncos das árvores, outras em cortiços construídos entre os ramos, outras debaixo da terra, donde sucede que haja grande abundância de cera. Usamos do mel para curar feridas, que saram facilmente pela proteção divina. A cera é usada unicamente na fabricação de velas.

Variedades do mel
Existem dezenas de variedades de mel de abelhas que podemos obter: segundo a floração, os terrenos de obtenção ou ainda segundo as técnicas de preparação. Dessa forma variam em cor, aroma e sabor. Diferenciam-se, assim, na cor, indo do branco incolor, amarelo ao castanho principalmente.
Outra característica marcante em alguns méis é a consistência líquida ou endurecida que poderá apresentar quando armazenado em recipiente, sendo de igual qualidade sob esse aspecto.
No que diz respeito ao néctar, pode provir de uma única flor (mel monofloral) ou de várias (mel plurifloral).
Certamente não há mel rigorosamente monofloral, entretanto a presença de outro néctar em pequena quantidade não influi apreciavelmente no seu aroma, cor e sabor.
É importante salientar que, a despeito de o mel utilizado atualmente em maior escala na alimentação humana provir da produção das abelhas melíferas, existem outros insetos que também o produzem em menor quantidade.

Composição e uso
Além de ser utilizado como adoçante, o mel sempre foi reconhecido devido às suas propriedades terapêuticas. De um modo geral, o mel é constituído, na sua maior parte (cerca de 75%), por hidratos de carbono, nomeadamente por açúcares simples (glicose e frutose). O mel é também composto por água (cerca de 20%), por minerais (cálcio, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio, entre outros), por cerca de metade dos aminoácidos existentes, por ácidos orgânicos (ácido acético, ácido cítrico, entre outros) e por vitaminas do complexo B, por vitamina C, D e E. O mel possui ainda um teor considerável de antioxidantes (flavonóides e fenólicos).
Os vários tipos de mel variam em função das plantas de onde é extraído o néctar e, também, de acordo com a localização geográfica dessas plantas e os tipos das abelhas produtoras. Por esta razão, o mel pode apresentar consistências e cores diferentes. Devido ao seu teor de açúcares simples, de assimilação rápida, o mel é altamente calórico (cerca de 3,4 kcal/g), pelo que é útil como fonte de energia.

O mel é também usado externamente devido às suas propriedades anti-microbianas e antissépticas. Assim, o mel ajuda a cicatrizar e a prevenir infecções em feridas ou queimaduras superficiais. O mel é também utilizado largamente na cosmética (cremes, máscaras de limpeza facial, tônicos, etc.) devido às suas qualidades adstringentes e suavizantes.
Juntamente com o mel, as abelhas produzem outros importantes produtos a saber a cera, a geléia real, e Própolis.
Própolis é obtida pelas abelhas a partir de resinas retiradas principalmente de secreções de árvores, quando destas se quebra algum galho. Dessa forma a árvore se protege com um produto natural com poder bactericida e a abelha reprocessa essa seiva originando a Própolis. Esta é utilizada pelas abelhas para duas finalidades principais: vedar a colmeia de maneira a não entrar água, vento ou outro animal; e serve também para mumificar outros insetos que penetrem na colmeia e são eventualmente mortos.
A Própolis é bastante útil ao ser humano que a usa como auxiliar medicamentoso uma vez que possui poder bactericida, como já visto.
Uma bebida fermentada a partir do mel e água é denominada hidromel.

Receita (minha receita de biscoitos de mel):

• 1 colher (sopa) de raspas de limão
• 300 g de mel
• 1 colher (sobremesa) de essência de baunilha
• 2 copos americanos de açúcar
• 5½ copos americanos de farinha de trigo
• 1 colher (chá) de cravo da índia moído
• 1 colher (chá) de fermento em pó
• 1 colher (sopa) de canela em pó
• 1 ovo
• 3 gotas de essência de amêndoas
• 250 g de manteiga ou margarina sem sal
• 125 g de amêndoas moídas com pele

Ferva o açúcar com o mel, até dissolver e obter uma calda homogênea. Junte as amêndoas, a essência, a canela, o cravo e a baunilha. Deixe esfriar e adicione o restante, misturando até formar uma massa espessa. Abra a massa, corte os biscoitos, usando cortador próprio ou um copo pequeno, e coloque em assadeira untada. Asse em forno preaquecido. Deixe esfriar e guarde em recipiente bem fechado ou congele. Temperatura quente (200º C).
Tempo de forno cerca de 10 minutos.

- Se for preciso, acrescente um pouco mais de farinha de trigo e polvilhe a mesa para abrir a massa.

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